Sobre o blog

Como se reforma um planeta – 2a. Edição.

O caminho não está pronto; está sendo construído.

Saluton caros(as) internautas

É com prazer que venho apresentar a segunda edição do (projeto) “Como se reforma um planeta”. Após a primeira edição, feita em 2006, com divulgação nos grupos do YahooGrupos, a segunda edição estava prevista para 2007, mas por força maior (falta de tempo), só está saindo do forno agora, após algumas mudanças e correções.

Como eu, muitos aqui sonham e desejam, um mundo melhor, com mais saúde, alegria, entretenimento, paz, abundância, fraternidade, um mundo mais humano. Resolvi tomar a iniciativa que me cabia como colaboração espontânea para a realização desse sonho, usando as ferramentas que tenho ao alcance, elaborando o “Roteiro para um mundo novo”, ou “Como se reforma um planeta”, que agora é apresentado na forma de Blog.

Parto do princípio de que todo o conhecimento e engenho necessários para se construir um mundo melhor já existem. O que falta é coordenar os elementos que se encontram dispersos. O Blog funciona então como índice, apontando notícias, descobertas científicas, artigos, instituições, tendências, etc., que têm potencial para melhorar nossa civilização de forma concreta.

Tomo como baliza fatos reais, na medida do possível, mas não necessariamente, comprovados cientificamente pela metodologia científica atual. Não desmereço possíveis auxílios de ET’s, interferências divinas, ou “energias cósmicas”, mas resolvi focar minha atenção naquilo que está ao nosso alcance aqui e agora, e pode, de forma prática e comprovada por resultados, levar a uma mudança significativa e real da situação atual da civilização humana.

Se por um lado o status planetário é causa de desespero, por outro é fonte de esperança. Guerras, fome, doenças incuráveis, desemprego, criminalidade gritante, desrespeito à vida, desequilíbrio ecológico, etc. A lista é extensa. Não sei a que religião você pertence, não sei sua raça, cor ou credo religioso, nem acho essa uma distinção importante. O fato é que nós estamos todos aqui, juntos no mesmo barco chamado Terra, e se esse barco afundar, todos nós afundaremos juntos.

Convido-o(a) portanto a ponderar: se os problemas são vários, várias são também as soluções. Fontes de energias alternativas (solar, dos ventos, marés e rios); descentralização da geração de energia, fato na Europa mas ainda não no Brasil; uso de óleos vegetais como combustível, particularmente o óleo de cozinha usado; veículos elétricos, que o Brasil já fabrica e exporta; estudo à distância pela internet; trabalho a distância e descentralizado; mudança da medicina para o âmbito preventivo, com destaque para terapias não invasivas como reiki, acupuntura, massagem, homeopatia, e outras, já reconhecidas internacionalmente.

Baseio este trabalho em tres eixos principais: fontes de energia, saúde-alimentação, educação-informação. Acredito que nenhuma mudança real ocorrerá em nossa sociedade enquanto esses eixos não forem trabalhados juntos. Daí derivam diversos outros temas, como a manipulação das populações pelos meios de comunicação de massa (subliminares e outros), bioenergia dos alimentos, distribuição do poder de controle, eco-vilas ou comunidades ecológicas, dentre outros.

O material do blog está à disposição de todos(as) gratuitamente. Quem tiver interesse em participar pode ingressar no grupo de estudos csrup@yahoogrupos.com.br (http://br.groups.yahoo.com/group/csrup/), criado com a finalidade de trocar informações relacionadas ao propósito deste trabalho. O grupo é moderado e somente mensagens relevantes ao tema proposto serão repassadas aos demais membros.

Este é um trabalho voluntário, sem fins lucrativos. Porém, nada impede que os(as) leitores(as) empreendedores(as) e investidores(as) apostem em áreas emergentes como as terapias alternativas, a cogeração de energias, a educação à distância, o fogão que gera energia elétrica, aquecedores solares populares, dentre tantas outras opções, como possíveis áreas de investimentos e lucros.

Não vamos nos desligar da matéria; vamos nos ligar à matéria, mas vamos fazer isso de um jeito legal. Que tal investir em algo que, além de dar lucro também faz bem para você, para sua família e para seu planeta?

Há pouco mais de um mês no ar, o blog já conta com quase 6.000 visualizações. Participe você também. Envie textos e dicas para zhannko@yahoo.com.br, ou entre no grupo de estudos. O projeto não está pronto, nem ficará pronto tão cedo. O plano é que, ao longo dos anos, ele seja ampliado e melhorado progressivamente, acrescentando novos tópicos (veja Índice Geral). Toda construção social é feita pela coletividade, não por uma pessoa.

Para encerrar, deixo um pequeno texto para reflexão, de autoria desconhecida (quem conhecer o autor deste magnífico texto, favor informar-me, para que possamos lhe dar o devido mérito):

O semeador de tâmaras

Num oásis escondido numa das mais longínquas paisagens do deserto, encontrava-se o velho Eliahu, de joelhos, perto de algumas palmeiras de tâmaras.

O seu vizinho Hakim, o endinheirado mercador, deteve-se no oásis para descansar os camelos e viu Eliahu a transpirar, enquanto cavava a areia.

Intrigado, cumprimentou o velho e lhe perguntou o que fazia.

Eliahu, sem abandonar a sua tarefa, respondeu que semeava tâmaras.

- Tâmaras! – repetiu o recém-chegado. E fechou os olhos como quem escuta a maior estupidez do mundo.

- Diz-me, amigo. Quantos anos tens?

- Não sei… Esqueci-me. Mas que importância tem isso?

- Amigo, as tamareiras demoram mais de cinquenta anos para crescer e só quando se transformam em palmeiras adultas estão em condições de dar frutos. Não te desejo mal, oxalá vivas até centro e um anos, mas tu sabes que dificilmente poderás colher o que semeias hoje.

- Olha, Hakim. Comi as tâmaras que outra pessoa semeou sem se preocupar se iria ou não comê-las. Eu semeio, hoje, para que outros possam comer, amanhã, as tâmaras que estou plantando…

- Deste-me uma grande lição! Deixa-me pagar-te por ela.

E, dizendo isto, o mercador Hakim pôs na mão do velho um saco de moedas.

- Agradeço-te as moedas, amigo. Como vês, o teu prognóstico é que eu não chegarei a colher o que semeei. Parece verdade e, no entanto, ainda não acabei de semear, e já colhi a gratidão de um amigo.

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Grande abraço

Zhannko Idhao Tsw

Idealizador e compilador principal do Blog “Como se reforma um planeta”.

Curitiba-PR

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